Arquivo anual 2019

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COMUNICADO

A Associação de Ensino Superior de Fortaleza (AESF) vem, por meio deste comunicado, informar novamente a seu corpo discente dos cursos de graduação e de pós-graduação, que não existe obrigatoriedade, pelo aluno, de submeter os Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs) ao crivo de profissional corretor gramatical-ortográfico e de estilo técnico científico desvinculado da Instituição de Ensino Superior.

Tal comunicado integra uma decisão no âmbito do processo nº 0011926-29.2012.4.05.8100 perante a 1ª Vara Federal no Ceará. Dessa forma, de modo a cumprir na integralidade a decisão, transcreve-se abaixo o dispositivo da sentença, em sua literalidade:

“Em razão do expedido, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTES os pedidos, para determinar que a ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE FORTALEZA – AESF mantenedora FCHFOR – FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS DE FORTALEZA, abstenha-se de exigir de seus discentes a revisão gramatical e de estilo técnico-científico por profissional, contratado desvinculadamente à Instituição de Ensino, nos Trabalhos de Conclusão de Curso – TCCs de graduação e pós-graduação, tornando sem efeito quaisquer cláusulas constantes dos contratos já celebrados que imponham referidas condições para obtenção dos precitados serviços escolares e assegurando, ainda, a divulgação do dispositivo desta sentença na página de abertura do site da demandada na internet pelo prazo de 60 (sessenta) dias.

Atendidos os requisitos legais, CONCEDO A ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA, para que a promovida ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE FORTALEZA – AESF mantenedora FCHFOR – FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS DE FORTALEZA, dê imediato cumprimento à obrigação de não fazer, no sentido de se abster de exigir de seus discentes a revisão gramatical e de estilo técnico-científico pro profissional, contratado desvinculadamente à Instituição de Ensino, nos Trabalhos de Conclusão de Curso -TCCs de graduação e pós-graduação, bem como dê publicidade do dispositivo da presente sentença na página de abertura do seu site na internet pelo prazo de 60 (sessenta) dias. Cumpra-se. Expedientes necessários e URGENTES.

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Recesso Fim de Ano UNICE

Evidenciamos que a UNICE estará em recesso para as Festas do final do ano no período de 23 de dezembro de 2019 a 02 de Janeiro de 2020.

Para tanto, informamos que as matrículas para o próximo período letivo 2020.1 estarão com desconto até 06 de Janeiro. Após essa data os valores serão acrescidos com 30%.

Feliz Natal e que o Novo ano seja repleto de realizações

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Com 5 milhões, Enem tem o menor número de inscritos confirmados desde 2010

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 teve 5,09 milhões de inscrições confirmadas, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O balanço, divulgado nesta terça-feira (28), considera o total de isentos e de pessoas que pagaram o boleto de R$ 85 que venceu na quinta (23).

O número de participantes confirmados é o menor desde 2010, quando 4,62 milhões de pessoas terminaram o processo de inscrição aptas a participar do exame.

O percentual de estudantes que confirmaram a inscrição, em relação ao total de inscrições feitas, foi o menor registrado na série histórica, que vai de 2015 a 2019. Em 2019, 79,8% dos inscritos confirmaram a participação. O maior percentual de confirmação ocorreu em 2016, quando 93% dos participantes concluíram a inscrição.

Pagantes e isentos

Os pagantes da taxa de inscrição representam 41,5% dos participantes em 2019. A taxa de inscrição custou R$ 85 neste ano. No ano passado, o percentual de pagantes foi menor: 36,1% do total.

A proporção de estudantes isentos da taxa foi a menor registrada na série histórica, que tem início em 2015. No ano de 2016 foi registrado o maior percentual de isenções: 76,81% dos estudantes não pagaram a taxa de inscrição naquele ano.

Perfil dos participantes

As mulheres seguem sendo a maioria entre os candidatos do Enem: 59,5% dos participantes confirmados são do sexo feminino, contra 40,5% do sexo masculino.

Em relação à faixa etária, o grupo mais prevalente (26,7%) tem de 21 a 30 anos. Neste ano, 17,8% das inscrições confirmadas são de estudantes de 17 anos e 15,9% de alunos com 18 anos.

A maior parte dos candidatos confirmados é negra: 46,4% se autodeclararam pardos e 12,7%, pretos. Brancos são 36% dos confirmados.

Em relação à situação escolar, 28,8% das inscrições são de estudantes que concluem o ensino médio neste ano. Os egressos, aqueles que já se formaram em anos anteriores, representam 58,7%. E os treineiros, participantes que não vão concluir a educação básica em 2019, são 12,1% dos inscritos.

O Sudeste é a região com maior percentual de inscritos: 35% dos candidatos confirmados moram na região. O Nordeste tem 34% dos inscritos, seguido do Norte, com 12% das candidaturas. O Sul tem 11% dos confirmados e o Centro-Oeste, 8%.

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Ecossistema de inovação no Brasil: as lacunas que precisamos preencher

Apesar da satisfatória presença de comunidades de empreendedorismo tecnológico no território brasileiro, ainda existe elevada concentração no Sul e no Sudeste

Cidades do sudeste, como São Paulo (foto), são as que mais recebem investimentos em inovação
Cidades do sudeste, como São Paulo (foto), são as que mais recebem investimentos em inovação

O ecossistema de inovação brasileiro é o mais robusto da América Latina e Caribe, e chegou a esse patamar em menos de 20 anos. A magnitude dos avanços em tão pouco tempo impressiona, não apenas pelo tamanho do ecossistema —startups, estímulo à pesquisa, hubs de fomento ao empreendedorismo, incubadoras, aceleradoras, espaços de coworking, instituições de capacitação, redes de investidores e fundos—, mas também por sua qualidade e capacidade de impulsionar o desenvolvimento. E não faltam áreas que comprovem o crescente impacto à sociedade por meio de tecnologias escalonáveis: saúde, educação, mobilidade urbana, saneamento básico, inteligência tributária, apenas para citar algumas.

Não por acaso, o Brasil é destino de quase 50% dos investimentos de capital estrangeiro em negócios da região, e o número de unicórnios —empresas que alcançam valores de mercado acima de US$ 1 bilhão— vem se superando anualmente. Mas ainda há muito o que ser conquistado, afinal o ecossistema brasileiro continua em formação e, portanto, sua trajetória apresenta lacunas internas e externas que desaceleram sua capacidade de gerar ainda mais entregas, principalmente no longo prazo e de maneira mais abrangente, inclusiva e integrada.

Uma delas é a pulverização da inovação pelo país. Apesar da satisfatória presença de comunidades de empreendedorismo tecnológico em sua extensão territorial, com atuação importante em localidades como Tocantins, Roraima, Pernambuco, Mato Grosso e Goiás, ainda existe elevada concentração no Sul e no Sudeste.

O justificado direcionamento econômico dessas regiões mostra como o estímulo a ambientes mais produtivos pode fortalecer milhares de startups, especialmente as localizadas em áreas mais vulneráveis. A estratégia? Disseminar a transformação cultural em sua potência máxima para a construção de um mercado fértil ao investimento e, consequentemente, a geração de negócios e empregos. Empreendedores, grandes empresas, sociedade e instituições governamentais são beneficiadas. A união com este último é um exemplo de como atingir velocidade na resolução de problemas na nossa matriz de forma muito mais custo-efetiva. É a reconhecida relação de ganha-ganha.

A mesma aproximação se aplica ao processo de internacionalização do ecossistema nacional. Uma proporção relativamente baixa de negócios no Brasil tem explorado possibilidades além das fronteiras. A recíproca também é verdadeira dado que um número pequeno de startups da América Latina e Caribe estão conectadas ao movimento de inovação interno. Claro que uma razão natural para este cenário é o tamanho do nosso mercado que já tem proporções continentais. No entanto, redirecionar esforços para conquistar espaço vizinho, que apresenta muitas características (e desafios) semelhantes às encontradas no Brasil, é um passo significativo ao intercâmbio de influência entre negócios promissores.

Desta forma, é importante visão unificada para que o ecossistema brasileiro amplie sua capacidade de impacto de forma mundial. A começar pela conexão dentro de casa, integrando cada vez mais todas as regiões do país a um ecossistema estruturado e o envolvimento do setor público em todas as esferas. Além disso, conversar com os países da América Latina e Caribe e do mundo, amplia o poder de oportunidade, retroalimentando as experiências de larga escala. A exemplo das práticas semelhantes adotadas em Israel e Estônia, países que conseguiram reconhecimento internacional de seus ecossistemas.

Preencher as lacunas de um ecossistema de inovação requer esforços contínuos multilaterais, por isso as pontes nunca terminam. Um grande passo para atingir esse resultado é a parceria que o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por meio de seu laboratório de inovação, o BID Lab, e o Cubo Itaú, maior hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, anunciam hoje. O objetivo é enfrentar estes desafios de forma comprometida a criar estas e mais conexões de maneira que beneficiem não apenas o ecossistema de inovação brasileiro, mas de toda a região da América Latina e Caribe.

FONTE: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/09/03/opinion/1567527700_640376.html

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