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Sarampo: doença volta com força em quatro países da Europa, informa OMS

Reino Unido, Grécia, República Tcheca e Albânia são os quatro países que perderam o status de "erradicação total" da doença, extremamente contagiosa.
O sarampo voltou à Europa com força, atingindo particularmente quatro países nos quais a doença era considerada erradicada, informa nesta quinta-feira (29) a Organização Mundial de Saúde (OMS).

A organização detectou 89.994 casos de sarampo em 48 países europeus nos primeiros seis meses de 2019, mais que o dobro em relação ao mesmo período de 2018 (44.175 casos).

Reino UnidoGréciaRepública Tcheca e Albânia são os quatro países que perderam o status de “erradicação total” da doença, extremamente contagiosa.

Para a OMS, o status de “erradicação” corresponde à ausência de transmissão contínua durante 12 meses em uma zona geográfica particular.

No Reino Unido, 953 casos foram registrados em 2018 (489 desde o início de 2019), 2.193 na Grécia (28), 1.466 na Albânia (475) e 217 na República Tcheca (569).

“O retorno da transmissão do sarampo é preocupante. Sem a garantia e manutenção de uma cobertura imunológica maciça entre as populações, crianças e adultos sofrerão inutilmente e alguns morrerão”, advertiu Günter Pfaff, presidente da Comissão Regional de Verificação da Eliminação do Sarampo e da Rubéola.

“Cada um destes (quatro) países tem uma cobertura nacional de vacinação extremamente elevada. Então não se trata de exemplos de países com sistemas (de saúde) particularmente fracos”, destacou Kate O’Brien, diretora do Departamento de Vacinação da OMS.

“Penso que isto é um aviso para todo o mundo: não basta ter uma cobertura nacional elevada, é preciso levá-la para toda comunidade, toda família”.

Gravidade

O sarampo pode provocar complicações graves, às vezes fatais (37 mortes no primeiro semestre de 2019 e 74 em 2018 na Europa), e geralmente é transmitido por contato direto ou pelo ar, infectando as vias respiratórias e depois todo o organismo.

Na Europa, a doença atinge principalmente menores de 19 anos (60% dos casos). No primeiro semestre de 2019, quatro países concentraram 78% dos casos na Europa: CazaquistãoGeórgiaRússia e Ucrânia.

O sarampo é declarado erradicado em 35 dos 53 países da região. Em 2017, eram 37. É endêmico em 12 países, entre eles França Alemanha, onde a vacinação será obrigatória a partir de março de 2020.

Prevenção

Não há tratamento para o sarampo, mas pode ser prevenido com duas doses de uma vacina “segura e eficaz”, segundo a OMS, que estima em mais de 20 milhões o número de mortes evitadas no mundo entre 2000 e 2016 graças à vacinação.

Em nível mundial, o número de casos triplicou entre 1º de janeiro e 31 de julho, com 364.808, contra 129.239 no mesmo período de 2018. A OMS estima que há muitos casos não informados, e que a epidemia pode ser muito maior.

República Democrática do CongoMadagascar e Ucrânia são os países que lideram em número de casos.

A agência especializada da ONU avalia que ocorrem 6,7 milhões de mortes a cada ano relacionadas ao sarampo, segundo O’Brien.

Nos países ocidentais, é crescente a ideia de que existe um vínculo entre a vacina contra o sarampo e o autismo, baseada em um estudo falso, e a OMS afirma que não há qualquer risco com a vacinação.

fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/08/29/sarampo-doenca-volta-com-forca-em-quatro-paises-da-europa-informa-oms.ghtml



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O ‘alimento para o cérebro’ que todo vegano precisa conhecer

Colina, nutriente que ajuda na comunicação entre células nervosas, é encontrada em maior concentração em carnes e laticínios.

As pessoas que adotam uma dieta vegana, que exclui a carne ou qualquer alimento de origem animal, devem, entre outros cuidados, se certificar de que estão consumindo quantidade suficiente de um nutriente fundamental, mas pouco conhecido, para o cérebro.A colina, que ajuda na comunicação entre células nervosas, é encontrada em maior concentração em carnes e laticínios.

E quem não ingere esse tipo de alimento corre o risco de não obter colina suficiente, alerta a nutricionista Emma Derbyshire em artigo publicado na revista científica “BMJ Nutrition, Prevention & Health”.

O nutriente, que também está associado à função hepática, está presente principalmente no ovo, no leite e na carne. Mas existem alternativas. A colina também pode ser obtida pela ingestão de soja torrada, vegetais crucíferos – como brócolis e couve-de-bruxelas –, feijão cozido, cogumelos, quinoa e amendoim.

Derbyshire, especialista independente em nutrição e ciências biomédicas, escreveu na publicação científica que o Reino Unido estava ficando para trás de outros países por não recomendar ou monitorar os níveis de ingestão de colina.

As autoridades de saúde dos EUA, por exemplo, definem como níveis de “ingestão adequada” 425 mg/dia para mulheres e 550 mg/dia para homens.

Adotar o estilo vegano é uma escolha pessoal, mas grande parte dos seguidores atribui a opção a questões éticas e à preocupação com o meio ambiente. E há quem cite questões de saúde.

A colina, que faz parte das vitaminas do complexo B, é considerada essencial para a síntese do neurotransmissor acetilcolina, que desempenha um papel importante nas funções cognitivas, como processos de aprendizagem e formação de memórias.

E é particularmente importante para as mulheres durante a gravidez e a amamentação, uma vez que é transportada ativamente para o feto no útero, com suprimentos maternos relacionados à cognição, ou transferida para o bebê por meio do leite materno.

De acordo com o artigo, a deficiência do nutriente está relacionada a doenças hepáticas, pode comprometer a função cognitiva dos descendentes e causar possíveis distúrbios neurológicos.

Planejamento é essencial

Derbyshire alerta que quem adota uma alimentação vegana precisa compensar a possível deficiência do nutriente – assim como de ferro, vitamina B12, ômega-3 e cálcio.

“Se você não gosta desses alimentos, pode precisar tomar suplementos.”

Mas a Associação Dietética Britânica (BDA, na sigla em inglês) afirma que, com planejamento, é possível obter quantidade suficiente de colina a partir de uma dieta vegana.

“É perfeitamente possível atender a esses requisitos com uma dieta vegana ou à base de plantas”, declarou Bahee Van de Bor, porta-voz da BDA.

“Mas você precisa se planejar. Os alimentos podem ser veganos, mas não fornecer os nutrientes necessários.”

Os veganos devem prestar atenção, portanto, no que consomem e assegurar uma dieta variada.

“É provável que uma dieta vegetariana ou vegana saudável e variada forneça um pouco de colina”, diz o porta-voz.

Também é importante garantir que essa dieta seja bem equilibrada para garantir a ingestão de nutrientes suficientes como ferro, cálcio, zinco e vitamina B12.

“Dito isto, sabemos que pode haver muitos benefícios para a saúde ao seguir uma dieta baseada mais em plantas, embora isso não signifique necessariamente que os produtos de origem animal devam ser completamente excluídos”, acrescentou.

Segundo Derbyshire, pesquisas indicam que mulheres grávidas e lactantes, em particular, precisam garantir ingestão suficiente de colina em suas dietas, uma vez que o nutriente é extremamente importante para o desenvolvimento cerebral do feto.

FONTE: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/viva-voce/noticia/2019/08/30/o-alimento-para-o-cerebro-que-todo-vegano-precisa-conhecer.ghtml


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Duque levará à ONU proposta de pacto regional de conservação da Amazônia

O presidente da Colômbia, Iván Duque, afirmou neste domingo (25) que levará à ONU a proposta de um pacto regional de conservação da Amazônia, em resposta aos incêndios que consumem a maior floresta tropical do mundo.

“Queremos liderar entre os países que têm esse território amazônico um pacto de conservação” que será levado à Assembleia das Nações Unidas em setembro, disse o presidente em um evento público em uma comunidade indígena na Isla Ronda, departamento do Amazonas, limítrofe de Peru e Brasil.

A iniciativa busca preservar a floresta do desmatamento e dos incêndios que devastam a Amazônia, compartilhada por Colômbia, Brasil, Bolívia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela, assim como a Guiana Francesa, um departamento de ultramar da França.

“Nós não temos neste momento uma situação de incêndios como a que o Brasil vive, mas devemos nos prevenir também e essa visita é para gerar alerta”, acrescentou.

Antes de levar a proposta à assembleia das Nações Unidas, o presidente colombiano apresentará o pacto à reunião do gabinete binacional do qual participará na próxima terça-feira (27) com o presidente peruano Martín Vizcarra na cidade de Pucallpa.

O presidente da Colômbia, Iván Duque, durante cerimônia de comemoração dos 200 anos da república do país, em Tunja, no dia 7 de agosto  — Foto: Courtesy of Colombian Presidency/Handout via Reuters

Fonte: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/08/25/duque-levara-a-onu-proposta-de-pacto-regional-de-conservacao-da-amazonia.ghtml

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‘O MERCADO PRODUZ DOENÇA, E ELAS PRODUZEM VIDA’: CONHEÇA AS MULHERES DA MARCHA DAS MARGARIDAS

A REFORMA DA PREVIDÊNCIA, a liberação desenfreada de agrotóxicos no governo de Jair Bolsonaro, a mineração em terras indígenas e o feminicídio estiveram na pauta da Marcha das Margaridas, que ocorreu nesta quarta-feira. O Eixo Monumental, em Brasília, foi ocupado por 100 mil mulheres, segundo a organização, “na luta por um Brasil com soberania popular, democracia, justiça, igualdade e livre de violência”.

A marcha acontece desde 2000 e é considerada a maior ação de mulheres da América Latina. Ela reúne as demandas por políticas públicas de trabalhadores que produzem comida sem veneno e prezam pela conservação do ambiente. O nome do evento é uma homenagem a Margarida Alves, trabalhadora rural e ex-presidente do sindicato dos Trabalhadores Rurais de Lagoa Grande, na Paraíba. Ela foi executada por fazendeiros há 36 anos por lutar por direitos trabalhistas.

Neste ano, mulheres do campo, quilombolas, pescadoras, ribeirinhas, indígenas, quebradeiras de coco e trabalhadoras urbanas foram às ruas para continuar a luta de Margarida Alves. A fotógrafa Luara Loth registrou a marcha para o Instragram do Intercept Brasil e perguntou às manifestantes: Por que você está na Marcha das Margaridas?

fonte: https://theintercept.com/2019/08/14/mulheres-da-marcha-das-margaridas/

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Fumaça de queimadas é ameaça à saúde pública, alertam médicos.

 

 

Pesquisadores brasileiros expuseram células pulmonares à fumaça: em casos extremos isso levou ao câncer - Greenpeace/Divulgação

Queimadas provocaram aumento no número de pessoas buscando socorro médico, diz diretor de hospital em Rondônia. Fumaça de incêndios florestais ataca pulmões e coração Há quatros dias, Maycon, de 4 anos, está internado no Hospital Infantil Cosme e Damião, em Porto Velho (RO). O motivo é uma crise de asma provocada pela fumaça das queimadas que cobre a cidade desde a semana passada. “No domingo, ele começou a passar mal, ficou com a respiração difícil e falta de ar. Viemos correndo para a emergência e já internaram. Agora ele está melhor, tomando antibióticos e fazendo inalação”, conta a mãe do garoto, preocupada com a saúde do filho, ela acrescenta que a médica só não deu alta ainda por conta da continuidade dos incêndios. “Como a névoa de fumaça se mantém muito forte por aqui, ela acha que vamos sair e voltar no dia seguinte.” O pequeno Maycon não é o único atingido. As queimadas que destroem áreas verdes do Brasil há mais ou menos duas semanas, sobretudo nas regiões Norte e Centro-Oeste, têm levado muita gente para os centros médicos. No próprio Hospital Infantil Cosme e Damião, que atende a todo o estado de Rondônia, o diretor-adjunto Daniel Pires de Carvalho diz que foram realizados 120 atendimentos de crianças com problemas respiratórios de 1 a 10 de agosto, e 380, de 11 a 20. “Moro em Porto Velho há 20 anos, e esse, com certeza, é o pior período de incêndios. Em alguns dias, não conseguimos nem ver o sol. Isso, aliado ao tempo seco, tem causado muitos problemas de saúde na população”, complementa o médico.

Por que queimadas prejudicam a saúde?

A saúde humana é afetada pelas queimadas porque a fumaça proveniente dela contém diversos elementos tóxicos. O mais perigoso é o material particulado, formado por uma mistura de compostos químicos. São partículas de vários tamanhos e, as menores (finas ou ultrafinas), ao serem inaladas, percorrem todo o sistema respiratório e conseguem transpor a  a barreira epitelial (a pele que reveste os órgãos internos), atingindo os alvéolos pulmonares durante as trocas gasosas e chegando até a corrente sanguínea.

Outro composto prejudicial é monóxido de carbono (CO). Quando inalado, ele também atinge o sangue, onde se liga à hemoglobina, o que impede o transporte de oxigênio para células e tecidos do corpo. “Isso tudo desencadeia um processo inflamatório sistêmico, com efeitos deletérios sobre o coração e o pulmão. Em alguns casos, pode até causar a morte”, explica o pneumologista Marcos Abdo Arbex, vice-coordenador da Comissão Científica de Doenças Ambientais e Ocupacionais da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Araraquara (Uniara).

Consequências da fumaça para o ser humano A lista de problemas provocados pela inalação da fumaça de queimadas florestais é grande. Os mais leves, segundo Carvalho, são dor e ardência na garganta, tosse seca, cansaço, falta de ar, dificuldade para respirar, dor de cabeça, rouquidão e lacrimejamento e vermelhidão nos olhos. “Eles variam de pessoa para pessoa e dependem do tempo de contato com a fumaça”, comenta. “No geral, ela afeta mais as vias respiratórias, agravando os quadros de doenças prévias, como rinite, asma, bronquite e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Os extremos de idade, ou seja, crianças e idosos, são os que mais sofrem, por serem mais sensíveis”, comenta.

Arbex acrescenta que as queimadas não só pioram, como também desencadeiam essas mesmas enfermidades, assim como as cardiovasculares, insuficiência respiratória e pneumonia. “Além disso, provocam quadros de alergia e, quando a exposição é permanente, há o risco de desenvolvimento de câncer”, indica o médico. Por falar em câncer, o estudo “Queima de biomassa na Amazônia causa danos no DNA e morte celular em células pulmonares humanas”, de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e publicado em 2017 na revista científica Nature, constatou que a fumaça aumenta a inflamação, o estresse oxidativo e causa danos genéticos nas células do pulmão. A pesquisa concluiu que “o dano no DNA pode ser tão grave que a célula perde a capacidade de sobreviver e morre ou perde o controle celular e começa a se reproduzir desordenadamente, evoluindo para câncer de pulmão”.

Para chegar a este resultado, células do pulmão humano foram expostas a partículas de fumaça coletadas em Porto Velho, uma das cidades mais afetadas pelos incêndios na Amazônia, e analisadas em laboratório. É importante destacar que não são apenas as pessoas que vivem próximas às áreas onde são comuns os incêndios florestais que sofrem com a fumaça. Em situação de queimadas mais intensas, como as que o país vive nas últimas semanas, a névoa provocada pelo fogo pode viajar milhares de quilômetros e atingir outras cidades, estados e até países.

Inclusive, há indicações de que foi isso o que ocorreu em São Paulo na última segunda-feira (19). Nesse dia, a união de uma frente fria com resíduos oriundos das queimadas nas regiões Norte e Centro-Oeste do país e na Bolívia e no Paraguai fez com que o céu escurecesse no meio da tarde na capital e no litoral paulista. Para amenizar os efeitos das queimadas na saúde, alguns cuidados são necessários, como evitar, na medida do possível, a proximidade com incêndios, manter uma boa hidratação, principalmente em crianças menores de 5 anos e idosos maiores de 65 anos, e manter os ambientes da casa e do trabalho fechados, mas umidificados, com o uso de vaporizadores, bacias com água e toalhas molhadas. Também é indicado usar máscaras ao sair na rua, evitar aglomerações em locais fechados, e optar por uma dieta leve, com a ingestão de verduras, frutas e legumes. Fora isso, em caso de urgência deve-se buscar ajuda médica imediatamente.

FONTE: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/bbc/2019/08/22/fumaca-de-queimadas-e-ameaca-a-saude-publica-alertam-medicos.htm

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Mercado financeiro prevê menos inflação e alta maior do PIB em 2019

Projeção de inflação dos analistas para este ano caiu de 3,76% para 3,71% Expectativa de crescimento do PIB passou de 0,81% para 0,83%. Números são resultado de pesquisa do BC.

 

Os economistas do mercado financeiro reduziram a estimativa de inflação para 2019 e também elevaram a previsão de crescimento da economia neste ano. A projeção constam no boletim de mercado conhecido como relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central (BC). O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras. De acordo com a instituição, os analistas do mercado financeiro baixaram a estimativa de inflação para este ano de 3,76% para 3,71%. Foi a segunda queda seguida do indicador.

Com isso, a expectativa de inflação do mercado para 2019 segue abaixo da meta central, de 4,25%. O intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2020, o mercado financeiro manteve a estimativa de inflação em 3,90%. No próximo ano, a meta central de inflação é de 4% e terá sido oficialmente cumprida se o IPCA oscilar entre 2,5% e 5,5%.

PIB

Para este ano, a estimativa de alta do PIB subiu de 0,81% para 0,83%. Para 2020, a previsão de crescimento do PIB avançou de 2,1% para 2,2%. O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.

Para 2019, a previsão do Banco Central é de uma alta de 0,8%, e a do Ministério da Economia é de um crescimento de 0,81%.

Outras estimativas

  • Taxa de juros – O mercado manteve em 5% ao ano a previsão para a taxa Selic no fim de 2019. Atualmente, a taxa de juros está em 6% ao ano. Com isso, o mercado segue prevendo queda nos juros neste ano. Para o fim de 2020, a previsão continuou em 5,50% ao ano. Desse modo, os analistas continuam estimando alta dos juros no próximo ano.
  • Dólar – A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2019 subiu de R$ 3,75 para R$ 3,78 por dólar. Para o fechamento de 2020, foi elevada de R$ 3,80 para R$ 3,81 por dólar.
  • Balança comercial – Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2019 permaneceu em US$ 52 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado subiu de US$ 47,60 bilhões para US$ 48 bilhões.
  • Investimento estrangeiro – A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2019, ficou estável em US$ 85 bilhões. Para 2020, a estimativa dos analistas recuou de US$ 85,28 bilhões para US$ 84,68 bilhões.

FONTE: https://g1.globo.com/economia/noticia/2019/08/19/mercado-financeiro-preve-menos-inflacao-e-alta-maior-do-pib-em-2019.ghtml

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Joanne Chory: “As plantas estão estressadas, florescem em épocas que não deveriam”

Botânica e geneticista do Instituto Salk, Joanne Chory foi premiada por seu revolucionário projeto sobre o emprego de cultivos na redução do CO2.

Joanne Chory acredita que uma das ferramentas mais efetivas para frear a mudança climática está diante de nós. Não é preciso fabricar nada. É algo que vem sendo naturalmente aperfeiçoado há milhões de anos, e basta direcionar um pouco o processo para que tenhamos um importante impacto na redução das concentrações atmosféricas de CO2. Com uma modificação genética, as plantas podem desenvolver raízes mais duras e profundas, que retenham parte do CO2 que elas normalmente expelem na atmosfera ao apodrecerem. Em grande escala, se isso se aplicar nos grandes cultivos de cereais do mundo, poderia reduzir em 20% a emissão de dióxido de carbono decorrente da mudança climática. A ideia de Chory (Boston, 63 anos) lhe valeu o Prêmio Princesa de Astúrias de Pesquisa deste ano. Ela recebeu a reportagem do EL PAÍS no seu escritório do Instituto Salk em La Jolla, Califórnia. Os sintomas do Parkinson que lhe foi diagnosticado há 15 anos já são muito visíveis. Mesmo assim, continua indo diariamente ao trabalho. No mínimo, é um estímulo para correr mais depressa na batalha pelo planeta.

Pergunta. Quando começou a pesquisar a genética das plantas, há 30 anos, o aquecimento global só era estudado pelos especialistas em clima, não preocupava outras disciplinas.

Resposta. Sim, o resto da comunidade científica estava dormindo. Os jornais mal falavam disso. O debate estava circunscrito à climatologia. Como em tudo, há um mainstream na ciência. Não sei de quem é a culpa, ou se há uma culpa. Talvez as pessoas não tivessem suficiente informação para perceber que nós estávamos causando o problema.

P. Que efeito tem a mudança climática sobre as plantas?

R. Todas as plantas estão estressadas. Há 20 anos é fácil de ver. Noto no meu jardim: tudo floresce quando não deveria. Tenho uma magnólia chinesa que está dando flor no meio do inverno, não tem nenhum sentido. E depois morre no verão, quando deveria estar verde e bonita. Costumo dizer que minha magnólia vive no fuso horário da China e tem jet lag.

P. Seu projeto em questão, como ele favorece que as plantas participem da luta contra a mudança climática?

R. O objetivo é ajudar as plantas a redistribuírem parte do dióxido de carbono que absorvem normalmente com a fotossíntese. Ou seja, pegam CO2 do ar e água da terra, e por meio da fotossíntese o transformam em açúcares. Quando a planta morre, esses açúcares voltam para a atmosfera transformados novamente em dióxido de carbono. Nosso projeto busca que a planta guarde esse CO2 em uma parte que seja resistente à decomposição. Os níveis de CO2 são mais altos no inverno, quando acontece a decomposição, e mais baixos quando as plantas estão crescendo. Isso nos indica que há uma forma de facilitar que as plantas ajudem a reduzir o dióxido de carbono.

P. Como são essas plantas modificadas?

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Por que há tantos casos? Quais são os sintomas? 16 dúvidas sobre o surto e a vacinação do sarampo.

Campanha de vacinação contra a doença termina nesta sexta-feira, mas vacinas continuarão a ser dadas nos postos de saúde, e quem não tem certeza de estar imunizado deve tomá-las, diz Ministério da Saúde. O sarampo volta a preocupar no país: no Estado de São Paulo, principal foco do surto atual, já tem 1.319 casos confirmados da doença, segundo dados da secretaria estadual da Saúde. A maioria dos pacientes (997) se concentra na capital. O Ministério da Saúde, que deve atualizar seu boletim nesta sexta-feira (16/08), tem até o momento contabilizados casos também no Rio (4), um na Bahia e um no Paraná.

O Brasil chegou a receber, em 2016, o certificado da Organização PanAmericana de Saúde de país livre do sarampo, mas o surto atual – bem como o ocorrido no ano passado, em Rondônia e Amazonas – trouxeram a doença de volta ao centro das discussões de saúde pública. É também na sexta-feira que acaba a campanha nacional de vacinação contra a doença, mas, segundo o Ministério da Saúde, a vacina continuará disponível nos postos de saúde e na rede particular.

1. Por que São Paulo é o foco do surto atual?

Rosana Richtmann, médica infectologista do Instituto Emilio Ribas (SP), explica que o vírus em circulação atualmente é geneticamente semelhante ao que tem circulado na Europa e em Israel. “E São Paulo é a porta de entrada do país (pela quantidade de voos), além de a capital ser uma cidade com alta densidade populacional. É muito fácil que seja transmitido no metrô, por exemplo. Uma pessoa infectada transmite para outras 18, com rapidez”, diz à BBC News Brasil.

2. Quem ainda deve tomar a vacina?

Todo mundo que nunca tomou a vacina e todos aqueles que não têm certeza se já tomaram ainda podem procurar os postos de saúde mesmo após o fim.

3. Quem são os mais vulneráveis à doença?

Uma das maiores incidências no surto atual é entre crianças menores de quatro anos, explica Oliveira, o que causa preocupação no Ministério da Saúde. “É o grupo mais vulnerável e também o em que a doença pode ter mais gravidade e até mesmo causar a morte”, diz ele.

4. Quais os sintomas e riscos do sarampo?

Os principais sintomas são febre (acima de 38,5º) e manchas avermelhadas na pele – começam no rosto e atrás das orelhas, e depois, se espalham pelo corpo. Podem vir acompanhados de tosse persistente, irritação nos olhos, coriza e congestão nasal. Pequenas manchas brancas dentro das bochechas também são comuns DNA estágio inicial da doença. Richtmann explica que um grande perigo do sarampo é o fato de ele baixar muito a imunidade do paciente, deixando-o suscetível a outras infecções. “Ele fica mais vulnerável a pneumonias e otite. Outros riscos são vírus do sarampo causar inflamação no pulmão ou encefalite (inflamação do cérebro).” A maior vulnerabilidade é em crianças de até dois.

5. A vacina é segura? Tem riscos?

A vacina, tanto na rede pública quanto na privada, é segura, diz Oliveira, agregando que uma dose protege em 93% dos casos e duas doses têm uma eficácia de 97%. Não adianta tomar doses adicionais, porque a proteção não chegará a 100%. A vacina é feita de vírus vivo atenuado (enfraquecido) e atua de forma a estimular o sistema imunológico a desenvolver anticorpos para combater os “invasores”. Ela é administrada por injeção subcutânea. Algumas pessoas podem ter reações, mas, no geral, elas são leves, benignas, de curta duração e autolimitadas. As mais comuns são dor e vermelhidão no local da aplicação e febre.

6. Há gente que se vacinou e mesmo assim ficou doente. Por quê?

Segundo Oliveira, do Ministério da Saúde, isso se deve justamente a esse grupo de 7% a 3% que não fica totalmente protegido pela vacina. “Mas, nos vacinados que apresentarem sintomas, a doença será mais branda e menos transmissível”, afirma.

7. Depois da vacina, quanto tempo leva para eu criar anticorpos?

Segundo Richtmann, o tempo de incubação é de duas semanas. O que significa que podem passar duas semanas entre se vacinar e criar anticorpos. O mesmo tempo pode levar entre entre o contato com o sarampo e os primeiros sinais da doença. Antes de viajar para locais com incidência da doença, deve-se procurar um posto.

8. Posso estar transmitindo o vírus mesmo sem ter sintomas?

Sim, explica Oliveira. “O vírus, ao entrar no organismo, já se reproduz. Pode levar, em média, quatro a seis dias para que (uma pessoa infectada) tenha manchas na pele e febre, mas mesmo antes disso ela já está disseminando a doença. Por isso ela é altamente contagiosa.”

9. O vírus em circulação atualmente é diferente do de outras épocas?

Richtmann explica que eventuais mutações genéticas do vírus ainda estão sendo estudadas, mas agrega que isso não põe em xeque, até o momento, a eficácia da vacina disponível. Oliveira destaca que há diferentes subtipos da doença, mas “as características de todos são reconhecidas pelo nosso sistema imunológico”. O que significa que a vacina protege contra todos os subtipos, e que quem já teve sarampo também está protegido contra todos.

10. Se eu acho que estou com sarampo, o que devo fazer?

“A primeira coisa a fazer é não ir ao trabalho, à escola ou ao shopping”, adverte Rosana Richtmann. Ou seja, evitar qualquer tipo de aglomeração, para não espalhar ainda mais o vírus. Pessoas que estejam se sentindo bem apesar dos sintomas podem ficar de repouso em casa até o ciclo da doença passar, lembrando de se hidratar, comer bem, descansar e tomar medicamentos para baixar a febre. Crianças pequenas, pessoas com o sistema imunológico comprometido ou que estejam inseguras a respeito da doença devem procurar atendimento médico, e exames de sangue podem confirmar se se trata mesmo de sarampo.

11. Como prevenir o sarampo? 

A vacina é a principal medida de prevenção. É bom também lavar sempre as mãos, proteger o espirro e evitar aglomerações.

12. Por que o sarampo voltou?

A epidemia de sarampo é um fenômeno global. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização PanAmericana da Saúde (Opas) mostram que, em 2017, a doença foi responsável por 110 mil mortes, a maioria entre crianças menores de cinco anos. Neste ano, ainda segundo as entidades, casos notificados no mundo triplicaram nos sete primeiros meses em comparação com o mesmo período de 2018. Só nas Américas, entre 1º de janeiro e 18 de junho de 2019, a doença foi confirmada em 13 países: Argentina, Bahamas, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Estados Unidos, México, Peru, Uruguai e Venezuela. O Brasil, diz o Ministério da Saúde, vinha de um histórico de não registrar casos autóctones (adquiridos dentro do país) desde o ano 2000 – entre 2013 e 2015, ocorreram dois surtos, um no Ceará e outro em Pernambuco, a partir de casos importados. Em 2018, no entanto, a doença reapareceu na região Norte, nos Estados do Amazonas, Roraima e Pará, acompanhando venezuelanos que fugiam da crise no país. Já os vírus que atingiram São Paulo, neste ano, vieram com pessoas que foram infectadas na Noruega, em Malta e em Israel. O problema é que a cobertura vacinal da patologia no país está abaixo do patamar ideal, que é acima de 95%. Pelas informações do Ministério da Saúde, em 2018, esse índice, relacionado à vacina tríplice viral em crianças de um ano de idade, foi de 90,80%. Em 2015, chegou a 96,7%. E as razões para isso são várias, segundo os especialistas ouvidos pela reportagem: medo de ter reação à imunização; desconhecimento de que existe um calendário de vacinação específico para adultos e idosos; falsa sensação de segurança por parte de pessoas que não vivenciaram surtos de doenças; dificuldade de acesso aos postos de saúde no horário comercial; notícias falsas relacionadas a vacinas; e grupos antivacina.

13. O que é o sarampo?

O sarampo é uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, altamente contagiosa e que pode ser contraída por pessoas de qualquer idade. Sua transmissão se dá de forma direta, de pessoa a pessoa, por meio das secreções expelidas pelo doente ao tossir, espirrar, respirar e falar.

14. Por que os jovens de 15 a 29 anos foram o foco da campanha recente?

Pessoas de todas as faixas etárias precisam ter as duas doses da vacina, mas os jovens dessa faixa etária nasceram em uma época em que a segunda dose não fazia parte do Calendário Nacional de Vacinação. Assim, muitos não a tomaram e, por isso, não estão totalmente protegidos.

15. Para quem a vacina contra o sarampo não é indicada?

Pessoas com alergia grave ao ovo, pacientes em tratamento com quimioterapia, gestantes, portadores de imunodeficiências congênitas ou adquiridas, quem faz uso de corticoide em doses altas, transplantados de medula óssea e bebês com menos de seis meses de idade.

16. Quem já teve a doença precisa se vacinar?

Não. Quem já foi infectado com o vírus desenvolveu anticorpos contra ele. Dessa forma, não precisa se vacinar, nem pegará a doença de novo…. –

FONTE: //noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/bbc/2019/08/16/por-que-ha-tantos-casos-quais-sao-os-sintomas-18-duvidas-sobre-o-surto-e-a-vacinacao-do-sarampo.htm?cmpid=copiaecola

porMarketing Unice

Mulheres indígenas protestam contra municipalização do SUS em aldeias.

Cerca de 300 mulheres de diferentes etnias fizeram um protesto contra a municipalização do atendimento do SUS (Sistema Único de Saúde), atualmente o serviço é de competência federal. As mulheres entraram em um prédio na região central de Brasília, onde fica a Sesai (Secretaria de Atenção à Saúde Indígena), para pleitear uma reunião com a secretária da pasta, Silvia Waipã. A Polícia Militar acompanha a manifestação e até às 10h15 a reportagem não identificou conflito entre os militares e indígenas.

“O atendimento de saúde prestado pelo governo federal atende parte das nossas necessidades. Mas temos certeza que quando o dinheiro for transferido para os municípios atenderem nas aldeias, o serviço vai piorar”, disse uma das integrantes do movimento, Fabiane Medina. As organizadoras estimam que representantes de 80 etnias indígenas estão acampadas em Brasília desde sexta-feira (9). O grupo pretende se mobilizar para marchar até o Congresso Nacional, amanhã, e pressionar parlamentares a vetar a proposta de municipalização. Durante o ato, índios levantaram faixas contra genocídio indígena e fizeram danças em frente ao prédio. Houve lentidão no trânsito próximo ao prédio.

 

Lideranças indígenas ocupam o anexo do Ministério da Saúde, em Brasília, durante a primeira edição da Marcha das Mulheres Indígenas - Mateus Bonomi/Agif/Estadão ConteúdoLideranças indígenas ocupam o anexo do Ministério da Saúde, em Brasília, durante a primeira edição da Marcha das Mulheres IndígenasImagem: Mateus Bonomi/Agif/Estadão Conteúdo

 

fonte: https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2019/08/12/mulheres-indigenas-protestam-contra-municipalizacao-do-sus-em-aldeias.htm?

porMarketing Unice

A Escandinávia é uma região que abrange a Península Escandinávia. Os países pertencentes a essa região assemelham-se cultural, histórica e politicamente.

Escandinávia é a denominação utilizada para designar a região que abrange três países: Dinamarca, Noruega e Suécia. Geograficamente, apenas Noruega e Suécia fazem parte da Península Escandinava, contudo, características como língua, história e cultura levaram à inclusão da Dinamarca. Geopoliticamente falando, tendo em vista as semelhanças econômicas, geográficas, políticas e linguísticas, a Finlândia, Islândia e Ilhas Faroé, por vezes, são associadas à Escandinávia.

Turismo na Dinamarca

Dinamarca, conhecida oficialmente como Reino da Dinamarca, tem como língua nacional o dinamarquês. A capital do país é Copenhague. A Dinamarca possui um dos menores índices de desigualdade social do mundo e altos índices de desenvolvimento humano. O país é conhecido também pela segurança reforçada, honestidade e confiança e por ser um dos menos corruptos do mundo. A expectativa de vida supera os 80 anos. A cultura dinamarquesa é bastante progressista, visto que no país prostituição é permitida. Tabus religiosos são condenados e a liberdade sexual é assegurada.

Ponto turístico: Tivoli Gardens

O Tivoli Gardens é um parque situado em Copenhague, inaugurado em 1843, correspondendo ao segundo parque mais antigo do mundo. O parque é repleto de áreas verdes, jardins, lagos, brinquedos, animais, sendo o local ideal para crianças e adolescentes.

→ Turismo na Noruega

Noruega, oficialmente Reino da Noruega, localizado na Península Escandinava, é o país com o mais alto IDH do mundo. Sua capital é Oslo. As políticas econômicas e sociais no país estão associadas à economia de livre mercado e também ao estado de bem-estar social. Em 2009, o país foi considerado pela Organização das Nações Unidas o melhor país para se viver e também o mais pacífico, segundo o Índice Global da Paz. A expectativa de vida na Noruega ultrapassa os 80 anos.

Ponto turístico: Fiorde de Lyse (Lysefjorden)

O fiorde de Lyse localiza-se em Forsand, na Noruega, e é uma das principais atrações turísticas da região. Várias excursões dirigem-se ao local para contemplar a beleza natural. Para quem não conhece, fiorde corresponde a uma grande entrada para o mar situada entre grandes montanhas. O fiorde de Lyse possui aproximadamente 42 quilômetros de comprimento.

 Turismo na Suécia

Suécia, oficialmente designada de Reino da Suécia, é o terceiro maior país da União em Europeia quanto à área. A capital do país é Estocolmo, considerada o centro político, econômico e financeiro do país. Sueco é a língua oficial do país, falada pela maior parte dos habitantes. Com mais de dez milhões de habitantes, o país é o mais populoso entre os países escandinavos. O país apresenta elevado índices de desenvolvimento humano. Uma das principais prioridades do governo sueco é a educação.

Ponto turístico: Palácio Real de Estocolmo (Royal Palace, Stockholm)

O Palácio Real está localizado na ilha de Stadsholmen, na capital da Suécia, Estocolmo. O Palácio é a residência oficial do monarca da Suécia. Atualmente, encontra-se aberto para visitação pública, quando não há eventos oficiais nos salões.

A Escandinávia e os países nórdicos por vezes são designadas como sinônimos. Contudo, apesar de abrangerem áreas de uma mesma região, países nórdicos correspondem a outras nações além das nações que compreendem a Escandinávia.

Os países nórdicos são:

  • Noruega
  • Suécia
  • Dinamarca
  • Finlândia
  • Islândia
  • Regiões autônomas da Groenlândia, Ilhas Faroé e Ilhas Aland.

Juntas, essas nações constituem o chamado Conselho Nórdico (órgão de cooperação entre os países nórdicos). Os países nórdicos apresentam os melhores índices de desenvolvimento humano e melhor qualidade de vida do mundo. Além desses índices, esses países também compartilham semelhanças culturais, sociais, políticas e geográficas.

 

FONTE: https://escolakids.uol.com.br/geografia/escandinavia.htm