Arquivo mensal agosto 2019

porMarketing Unice

“Em uma década haverá carne sintética de laboratório”

O projeto e a manipulação da matéria em escala microscópica são dirigidos para o setor agroalimentar, sanitário, a biônica e a internet das coisas.

nanotecnologia (tecnologia dos materiais e das estruturas em que a ordem de grandeza é medida em nanômetros) é a roda do século XXI. Uma empresa desenvolveu nanoimpressões que poderão ser usadas com qualquer dispositivo eletrônico (celular, ipad, etc.) para que não seja necessário usar óculos ou lentes de contato. Um software gradua o problema de visão de cada usuário. Além disso, “dentro de 10 ou 15 anos a nanotecnologia oferecerá soluções como os nanorrobôs: robôs que circulam pela corrente sanguínea até as células tumorais sem afetar o resto do corpo”, diz Manuel Fuertes, diretor da Kiatt. Mas ainda é preciso dar muitos passos antes que seja possível. “Hoje, o desenvolvimento de robôs para ajudar na luta contra as doenças está em fase experimental”, diz Julio Mayol, diretor médico do Hospital Clínico San Carlos, em Madri. Nos últimos 250 anos, nossa expectativa de vida dobrou. Passamos de 40 anos para ao menos 80. Durante as últimas décadas, os pesquisadores estudaram em profundidade muitas doenças, como Parkinson ou Alzheimer, porque, além de vivermos mais anos, queremos ter maior qualidade de vida. “Estão sendo desenvolvidas tecnologias que, com frequências de voz ou nos olhos, poderemos detectar esse tipo de doenças”, diz Fuertes. No entanto, essas tecnologias ainda não foram levadas ao terreno prático. “A robótica é usada na saúde principalmente para guiar cirurgias, na preparação de medicamentos e para analisar dados e tomar decisões no tratamento de algumas doenças”, diz Mayol.

Os desafios para o futuro próximo começam com mudanças no setor nanotecnológico, agroalimentar, na detecção de doenças com inteligência artificial, no desenvolvimento maciço da biônica até a ‘internet of things’ para ter fábricas 4.0 mais seguras e preditivas e ‘smart cities’

Cerca de 25% da população mundial terá mais de 50 anos em 2050. Os desafios para o futuro próximo começam com mudanças no setor nanotecnológico, agroalimentar, na detecção de doenças com inteligência artificial, no desenvolvimento maciço da biônica até a Internet das coisas para ter fábricas 4.0 mais seguras e preditivas e smart cities.

“A pessoa com deficiência de hoje será o supercapacitado do futuro”, diz Fuertes. O desenvolvimento de sensores de visão permite que os cegos distingam maneiras de se deslocar de forma mais independente. Dispositivos estão sendo gerados para distinguir essas formas em 3D. “No futuro, poderemos ver objetos em alta definição ou de maneira supertelescópica e ferramentas que melhorem a visão de um olho humano saudável ou ver uma cor que não é possível com um olho com uma capacidade de visão normal”, diz Fuertes. “Também poderemos ouvir frequências que o ouvido humano não pode ouvir atualmente”, acrescenta. Além disso, está convencido de que uma grande mudança acontecerá quando uma pessoa saudável decidir mudar uma parte de seu corpo por uma parte biônica sem ter nenhum problema de saúde, apenas para ser superior.

Um cientista indiano fabricou um pequeno recipiente onde se pode colocar água não potável e, ao passar por um filtro nanotecnológico, torna-se potável. “Se conseguirmos canalizar esse tipo de invenções, poderemos oferecer água potável a toda a humanidade”, diz Fuertes.

O professor Marl Post, um dos pioneiros no desenvolvimento da carne artificial.
O professor Marl Post, um dos pioneiros no desenvolvimento da carne artificial. DAVID PARRY/PA WIRE

Acontecerão grandes mudanças na alimentação. “Em dez ou quinze anos, serão geradas células para produzir ‘super carne’ ou carne sintética, de laboratório. Na China, apenas 10% da superfície é cultivável e não é fácil suprir toda a demanda”, diz Fuertes. Em 2013, sua empresa apoiou um projeto com um biorreator celular que produz células de maneira maciça que podem ser usadas em muitos setores, entre eles o da carne sintética. Além disso, o empresário acredita que consumir essa carne não oferece riscos. “Com o passar dos anos, é muito raro que haja problemas porque os controles de qualidade estão se tornando cada vez mais sérios e, na Espanha, são ainda mais rigorosos do que em países como o Reino Unido”, diz Fuertes.

‘Internet of things’ ou otimização perfeita

Atualmente, existem cerca de 23 bilhões de dispositivos conectados entre si e estima-se que até 2050 haverá 100 bilhões de dispositivos conectados. A internet of things, ou internet das coisas, tem a ver com as conexões. “São todos os dispositivos conectados a outros dispositivos gerenciados pela Internet. São os dispositivos lúdicos, os de uso pessoal ou os medidores de luz, de água, etc”, explica Eusébio Nieva, diretor da Checkpoint na Espanha e em Portugal.

Um dos usos da internet das coisas serão as cidades inteligentes. Nieva acredita que serão comuns em um futuro muito próximo. “Hoje, muitos fabricantes estão voltados para automatizar tudo. Essas cidades terão desde semáforos adaptativos que mudam em função do tráfego ou linhas de ônibus autônomas”, diz Nieva. O problema da poluição em cidades como Madri também poderá ser resolvido. Os novos sistemas permitem medir os níveis de poluição com sensores precisos em diferentes regiões da cidade e, assim, será possível adotar soluções baseadas em dados. Em resumo, otimizar melhor os recursos.

A sensorização completa da zona rural para obter a maior produtividade sem influenciar negativamente no meio ambiente já é uma realidade na Espanha. “Muitas empresas de Murcia ou de Almeria se tornaram fábricas de alta tecnologia, já não têm nada a ver com a agricultura tradicional”, explica Manuel Fuertes, diretor da Kiatt.

Os especialistas dizem que estamos vivendo a aceleração da aceleração. A inovação que acontece em um ano equivale a 200 anos em avanços. O tecnológico, eletrônico e digital estão se unindo para melhorar a vida das pessoas, mas há alguns desafios, como a adaptação. “Precisamos que essas mudanças sejam progressivas, embora tudo o que está mudando ou prestes a mudar nos obrigará a questionar abordagens que ainda nem imaginamos”, diz Fuertes. Outros especialistas não querem adiantar nada, sem saber o que nos espera. “É difícil saber o que pensaremos no futuro, porque nós, humanos, pensamos de maneira linear e as mudanças não acontecem de maneira linear”, conclui o doutor Mayol.

FONTE: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/07/23/tecnologia/1563891472_704597.html
porMarketing Unice

Número de casos de sarampo no 1º semestre é o mais alto em 13 anos, diz OMS

O número de casos registrados de sarampo em todo o mundo, nos seis primeiros meses deste ano, é o mais alto desde 2006. A Organização Mundial da Saúde(OMS) publicou nesta segunda-feira (12) um relatório preliminar que consolida estes dados e ressalta que a incidência da doença triplicou em relação ao mesmo período do ano anterior. O número de casos de sarampo vem aumentando desde 2016, de acordo com a organização. A OMS lista a República Democrática do Congo, Ucrânia e Madagascar como os países que mais registraram casos da doença em 2019.

O relatório destaca também a eficácia das vacinas para controlar os surtos de sarampo que nos últimos meses atingiram Angola, Camarões, Chade, Cazaquistão, Nigéria, Filipinas, Sudão do Sul, Sudão e Tailândia.

“O sarampo é quase totalmente evitável com duas doses da vacina, que é altamente eficaz e segura. São necessárias altas taxas de cobertura vacinal, por volta de 95% do país e das comunidades, para garantir que o sarampo não seja capaz de se espalhar.”

Surto de sarampo no Brasil

Entre 5 de maio e 3 de agosto, 907 casos de sarampo foram confirmados no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde. Os casos estão concentrados em três estados: São Paulo (901), Rio de Janeiro (5) e Bahia (1).

A epidemia de sarampo é um fenômeno global. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) mostram que, em 2017, a doença foi responsável por 110 mil mortes.

Este ano, ainda segundo as entidades, casos notificados no mundo cresceram 300% nos primeiros três meses em comparação com o mesmo período de 2018.

O Brasil, diz o Ministério da Saúde, vinha de um histórico de não registrar casos autóctones (adquiridos dentro do país) desde o ano 2000 – entre 2013 e 2015, ocorreram dois surtos, um no Ceará e outro em Pernambuco, a partir de casos importados.

Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar  — Foto: Infografia: Karina Almeida/G1Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar  — Foto: Infografia: Karina Almeida/G1

Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar — Foto: Infografia: Karina Almeida/G1

Quais são os sintomas do sarampo?

Os primeiros sintomas do sarampo são febre alta que dura por volta de uma semana e manchas avermelhadas na pele. Os sintomas aparecem entre 10 e 12 dias após o contato com o vírus e podem vir acompanhados de tosse persistente, irritação ocular, coriza e congestão nasal.

Há tratamento contra o sarampo?

Não existe tratamento específico para o sarampo. Para os casos sem complicação, é importante manter uma boa hidratação, suporte nutricional e diminuir a hipertermia. Quando o quadro se agrava e surgem, por exemplo, diarreia, pneumonia e otite média, essas situações devem ser tratadas, normalmente, com o uso de antibioticoterapia. No caso de crianças acometidas pela enfermidade, a OMS recomenda a administração de vitamina A, a fim de reduzir a ocorrência de casos graves e fatais.

FONTE: https://g1.globo.com/bemestar/sarampo/noticia/2019/08/12/numero-de-casos-de-sarampo-no-1o-semestre-e-o-mais-alto-em-13-anos-diz-oms.ghtml

porMarketing Unice

Fundo Amazônia não aprovou nenhum projeto em 2019


Floresta Nacional do Tapajós — Foto: Marcelo Brandt/G1

Floresta Nacional do Tapajós — Foto: Marcelo Brandt/G1

O Fundo Amazônia, que já captou R$ 3 bilhões em doações, financia projetos de estados, municípios e da iniciativa privada para o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal. Noruega e Alemanha contribuem juntas para mais de 90% do total do fundo, que é administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O impasse sobre o seu futuro se tornou público em maio, quando Ricardo Salles, titular do Ministério do Meio Ambiente, anunciou a intenção de alterar seu funcionamento e destinar recursos para indenizar proprietários de terras.  Os principais países doadores do fundo disseram, à época, que estavam satisfeitos com a gestão dele e com os resultados obtidos. No último sábado (10), diante do aumento do desmatamento no Brasil, a ministra do meio ambiente alemã, Svenja Schulze, disse que irá suspender o financiamento de R$ 150 milhões (35 milhões de euros) em projetos para a proteção da floresta e biodiversidade no país. É um dinheiro extra, que não é destinado aos projetos do fundo.

Paralisia desde fevereiro

ONGs relatam que a paralisia do Fundo Amazônia começou em fevereiro, quando funcionários do BNDES informaram que as análises técnicas de novos projetos seriam interrompidas para que fosse feito um “pente-fino” nos contratos anteriores, a pedido do ministro Salles. Além disso, o BNDES informou ao G1 que há 54 projetos em análise técnica atualmente. Alguns deles foram aprovados em dois editais concluídos em 2018, mas ainda não foram contratados, o que causa apreensão entre as organizações selecionadas. São ao menos R$ 350 milhões parados, que deveriam ser destinados a programas de aumento de produtividade de agricultores e recuperação da vegetação.

Outro indício da estagnação do fundo é a interrupção das atividades do Comitê Orientador do Fundo Amazônia (Cofa). Responsável por estabelecer critérios para aplicação dos recursos a cada biênio, o conselho não se reúne desde novembro de 2018, apesar de haver previsão legal para que os encontros ocorram duas vezes por ano. Não foram definidas ainda as diretrizes e critérios que determinam como as verbas devem ser empregadas em 2019 e 2020.

Projetos afetados

Entre as iniciativas aprovadas em edital ano passado e que até agora não foram assinadas e financiadas pelo Fundo Amazônia há projetos de geração de renda e de assistência técnica para agricultores em regiões carentes. É o caso da proposta feita pela ONG Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), que foca em estimular a agroecologia apoiando pequenas associações de produtores locais.

“Pode ser apoiado, por exemplo, um grupo de moradores que trabalha com a cadeia produtiva da castanha e quer aumentar a produção de maneira integrada à proteção da floresta”, explica Eduardo Ditt, secretário executivo do IPÊ.

Também aprovado em edital no ano passado, o projeto da ONG Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) deve beneficiar 3 mil famílias oferecendo assistência técnica na cultura de cacau e açaí. O objetivo é aumentar a renda das comunidades e estimular a produção sustentável, que ajuda a preservar a floresta. “Em muitas áreas você pode ter gente morando, pode ter extrativismo, pode ter atividade econômica na floresta”, diz André Guimarães, diretor executivo do Ipam.

“A ideia é justamente trabalhar com as pessoas e a agricultura, não é deixar a Amazônia como um santuário 100% intocado, sem ninguém”, diz Guimarães, do Ipam.

Além de afetar as ONGs, que contavam com os recursos do Fundo Amazônia para o ano de 2019, a paralisia no fundo também prejudica os moradores da região amazônica, que são os principais beneficiários dos projetos, avalia Guimarães.

“Existe um misto de expectativa e frustração entre as famílias beneficiadas, porque eles já tiveram contato com um projeto financiado pelo Fundo Amazônia, e viram o resultado, mas agora esperam a continuidade”, explica o diretor do Ipam. “Nas 3 mil famílias que trabalhamos nós conseguimos, em média, uma redução de 75% do desmatamento nos lotes que eles possuíam e um aumento de renda de 120%. Foram 5 anos com visitas semanais a essas famílias. E agora nada, porque o projeto novo está parado.”

“Quanto maior é a demora pra fazer com que esses projetos aconteçam, mais tempo a gente perde para implantar ações que comprovadamente funcionam contra o desmatamento e na geração de renda”, diz Ditt.

Em adição aos projetos de ONGs, também foram afetadas iniciativas estaduais e municipais. Estão parados recursos para ajudar proprietários rurais da região amazônica a se inscrever no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e obedecer ao Código Florestal, que estabelece a área verde que deve ser preservada em cada propriedade.

Um dos entes governamentais afetados é o governo do estado do Amazonas. A verba para o estado investir no CAR nos próximos três anos, de R$ 29,8 milhões, foi aprovada em 2018, mas ainda não saiu do caixa do BNDES. Até o momento, com os repasses do Fundo Amazônia, foram inscritas 746 mil propriedades no CAR. Somadas, elas ocupam uma área equivalente ao território da Venezuela.

‘Pente-fino’ nos contratos

Em maio, o ministro Ricardo Salles disse que após um “pente-fino” nos contratos do Fundo Amazônia, teriam sido encontrados indícios de irregularidades nos serviços prestados por ONGs parceiras. Segundo o ministro, cerca de 30 contratos foram avaliados rigorosamente. No entanto, o ministério não divulgou o teor dos contratos ou o nome das ONGs envolvidas nos casos citados. Ao todo, 60 organizações sem fins lucrativos recebem recursos do Fundo Amazônia.

Em nota, o BNDES disse que não recebeu, até o final de julho, nenhum relatório, ofício ou comunicado formal do Ministério do Meio Ambiente sobre a conclusão da análise dos documentos disponibilizados pelo banco.

Segundo fontes ouvidas pelo G1, a análise pedida por Salles e parcialmente apresentada em maio teria dado início à estagnação no fundo. A equipe técnica e jurídica do BNDES responsável pelo Fundo Amazônia é pequena e, diante do pedido do ministério, teve que abandonar o processamento de novos projetos em detrimento do “pente-fino”.

“Em fevereiro, a gente foi informado que eles [BNDES] iam ter que dar uma parada nas análises dos projetos aprovados em edital”, relata Eduardo Ditt, secretário-executivo da IPÊ. “Isso foi em fevereiro. De lá para cá não tivemos mais notícias.”

“Pelo que a gente sabe, está tudo parado [no Fundo Amazônia]. A equipe responsável no BNDES está focada em produzir informações para o Ministério do Meio Ambiente, e todo o resto está parado”, diz André Guimarães, diretor executivo do IPAM.

Defesa do trabalho do BNDES

Em carta assinada por 51 integrantes e ex-integrantes da equipe técnica e jurídica do Fundo Amazônia, funcionários do BNDES criticaram os indícios de irregularidades levantados por Salles.

“O Fundo Amazônia é um dos mecanismos financeiros mais controlados e auditados do país e nenhuma das auditorias ou avaliações já feitas, inclusive a recentemente realizada pelo TCU, indicou qualquer tipo de irregularidade na gestão do Fundo”, afirma o grupo em carta aberta.

Os responsáveis pelos projetos de ONGs apoiadas pelo Fundo Amazônia acreditam que a equipe do BNDES está disposta a ajudar, mas fica engessada pelas determinações do Ministério do Meio Ambiente.

“A gente percebe um engajamento forte da equipe do BNDES, eles realmente querem que aconteça, os técnicos, as pessoas que interagem com a gente. Por parte deles, a gente percebe realmente um desejo de ver os projetos saírem do papel”, diz Eduardo Ditt, do IPÊ.

Importância da Amazônia

Sendo a maior floresta tropical do mundo, a Amazônia tem papel importante na redução das mudanças climáticas. No caso do Brasil, desmatamento e agricultura, entre outros usos da terra, são os principais emissores de gás carbônico, que tem sido o maior responsável pelo aumento da temperatura do mundo. Por isso, o investimento em preservação da floresta é a grande meta brasileira dentro do Acordo de Paris.

porunice

11 DE AGOSTO DIA DO ESTUDANTE

“Estudar fortalece nossa energia e aprimora nossa capacidade”

No dia 11 de agosto, é comemorado, no Brasil, o Dia do Estudante. Essa comemoração acontece desde o ano de 1927, homenageando aquele que quer aprender, para tornar-se apto ou capaz de ser estudante, ser estudioso, aprender a conhecer-se; observar-se e analisar-se por intermédio de estudo, observação e experiência.

Desse modo, a UNICE há 30 anos vem contribuindo na construção do conhecimento daqueles que estão sujeitos às ações de aprendizagem intimamente relacionadas, resultando em crescimento intelectual, social e afetivo, culminando na formação de seres humanos mais competentes e atuantes.

PARABÉNS AOS ESTUDANTES!!!!

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PARABÉNS AOS PAIS PELO SEU DIA

Na história antiga, conta-se que há 4 mil anos um dos filhos do rei babilônico Nabucodonosor, Elmesu, teria feito uma espécie de cartão, de argila, desejando saúde e sorte ao pai.

A UNICE, nesse segundo domingo de agosto, que no Brasil é o dia dedicado aos pais, assim como Elmesu, deseja saúde e sorte a todos os pais.

Essa data é tão especial, pois celebramos a grandeza de todos os progenitores, como grande pilar sobre o qual assenta a família.

FELICIDADE SEMPRE A TODOS OS PAIS!!!!!!

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COMUNICADO: REVISTA VISÃO ACADÊMICA

É com grande satisfação que a UNICE-Ensino Superior convida a Comunidade Acadêmica para participar da seleção de publicação de Artigos em sua Revista Visão Acadêmica.

Ressaltamos que o artigo pode ser: original, de revisão, artigo científico ou artigo-relatório, desde que esteja em consonância ao Editorial da Revista.

Maiores esclarecimentos contatar o Prof. Esp. José Flávio Gomes Fernandes (flaviofernandes@unice.br) ou 3032.6221.

Obs. O prazo para seleção é até 31/agosto/2019.

ACESSE O EDITAL

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Os três alimentos que ajudam os bebês desnutridos a se recuperar mais rápido

Uma alimentação rica em banana, grão-de-bico e amendoim ajuda na recuperação da flora intestinal de crianças desnutridas, de modo a impulsionar seu desenvolvimento. É o que mostra uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Washington, nos EUA, publicada na revista científica “Science”Estes alimentos se revelaram particularmente indicados para estimular as bactérias saudáveis do organismo de crianças gravemente desnutridas em Bangladesh. E essa seria a chave, de acordo com o estudo, para que os ossos, o cérebro e o corpo das crianças, de uma maneira geral, se tornem mais propensos a crescer. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a desnutrição infantil é um problema crítico de saúde global que atinge mais de 150 milhões de crianças em todo o mundo, sendo responsável por quase metade das mortes de crianças menores de cinco anos. Além de serem fracas e pequenas, muitas crianças desnutridas apresentam comunidades de bactérias “incompletas” ou “imaturas” em seus intestinos, em comparação com crianças saudáveis da mesma idade.

Estimular as bactérias boas

Os pesquisadores responsáveis pelo estudo acreditam que esta microbiota “imatura” pode ser a razão que explica a falta de crescimento das crianças. Mas nem todos os alimentos são igualmente eficientes para resolver o problema.

Os cientistas estudaram então os principais tipos de bactérias presentes nos microbiomas de crianças em Bangladesh. E fizeram um experimento para ver que grupos de alimentos estimulavam essas bactérias em camundongos e porcos. Na sequência, testaram por um mês diferentes combinações de dietas em 68 crianças com idades entre 12 e 18 meses em Bangladesh.Após monitorar a recuperação das crianças, uma dieta se destacou entre as demais: a que era composta por pasta de banana, soja, farinha de amendoim e grão-de-bico. Eles descobriram que essa dieta estimulava os micro-organismos presentes no intestino ligados ao crescimento dos ossos, ao desenvolvimento do cérebro e do sistema imunológico. São ingredientes baratos e encontrados em Bangladesh, sendo acessíveis também em outras partes do mundo.

Reparação

Jeffrey Gordon, professor da Universidade de Washington e principal autor do estudo, explica que o objetivo da pesquisa era “mirar nos micróbios para recuperação” das crianças.

“Os micróbios não enxergam bananas ou amendoim, eles só veem uma mistura de nutrientes que podem usar e compartilhar.”

“Esta foi a fórmula que funcionou melhor em seres humanos e animais, uma vez que gerou uma reparação maior”, acrescenta Gordon, que realizou o estudo em parceria com o International Centre for Diarrhoeal Disease Research, em Dhaka.

Outras dietas, ricas em arroz ou lentilhas, por exemplo, não funcionaram tão bem. E, em alguns casos, provocaram ainda mais danos à flora intestinal. Gordon explicou que ainda não está totalmente claro por que esses alimentos funcionaram melhor. Um estudo mais completo está em andamento para avaliar se esta dieta tem efeitos no longo prazo sobre o peso e a altura das crianças. “Esta é uma comunidade de micro-organismos que vai muito além do intestino”, diz ele. “Está intimamente ligada ao estado de saúde e precisamos entender seus mecanismos para também poder repará-los no futuro”.

O que é o microbioma?

A maior parte do seu corpo não é humana: se você contar todas as células do seu organismo, apenas 43% são humanas. O restante são micro-organismos, o chamado microbioma, que inclui bactérias, vírus, fungos e archaeas (grupo de micro-organismos unicelulares). Não é à toa que o microbioma é conhecido como o nosso “segundo genoma”. Os microbiomas diferem imensamente de pessoa para pessoa, dependendo da dieta, estilo de vida e outros fatores. E eles influenciam tudo: saúde, apetite, peso, humor. Cientistas acreditam que o microbioma pode estar relacionado a transtornos como alergias, obesidade, inflamação intestinal, Mal de Parkinson, depressão e autismo.

porMarketing Unice

Terremoto de 5.8 é registrado na costa do Nordeste.

Um terremoto de magnitude de 5.8 na escala Richter foi registrado às 22h40 de ontem (4) no oceano Atlântico, com epicentro a 163 km do arquipélago de São Pedro e São Paulo. O conjunto de dez ilhotas fica localizado a 972 km de Natal (RN). Por ter ocorrido próximo ao Nordeste, a possibilidade de um tsunami atingir a região ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter de hoje. Entretanto, especialistas consultados pelo UOL descartaram o risco deste evento.

O epicentro do tremor ocorrido ontem está a 738km da ilha de Fernando de Noronha, a 1.100km do município de São Miguel do Gostoso (RN), a 1.111km de Natal (RN) e a 1.295km de Fortaleza (CE). Segundo o LabSis (Laboratório Sismológico) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, esse tipo de terremoto não gera tsunami porque não houve movimento vertical das placas e a magnitude também não tem potencial. “Houve movimento transcorrente, no qual as placas deslizaram gerando o terremoto. Esse tipo de evento não gera tsunami porque não houve movimento vertical do solo. Nesse caso, a possibilidade de uma onda gigante é zero”, explica o geofísico Eduardo Menezes, do LabSis.

“Este tipo de movimento, mesmo no meio do oceano, não vai gerar tsunami. Além disso, não teve magnitude. Um tsunami requer um evento de magnitude maior que 6.5 e 7, o que não foi o caso”, diz o coordenador do LabSis, Aderson Nascimento. Os dois especialistas afirmam que é comum a ocorrência de terremotos na região entre os oceanos Atlântico Sul e Norte porque há “bordo do placa”, que existe desde a formação do planeta. Eles observam que pelo horário do evento, se tivesse gerado um tsunami, a onda gigante já teria atingido o Nordeste.

Medo de tsunami O temor de um tsunami atingir o litoral do Nordeste fez o assunto ser um dos mais comentados no Twitter e outras redes sociais hoje. Apesar do medo, internautas criaram memes brincando com a história. “Devido à falta de verbas, o evento tsunami no Nordeste foi cancelado”, escreveu Mara Câimbra.

FONTE: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/08/05/terremoto-de-58-e-registrado-na-costa-do-nordeste-nao-ha-ricos-de-tsunami.htm

porMarketing Unice

7 destinos da Rússia para viajar de trem

Os passeios de trem pela Rússia podem levar de algumas horas a uma semana inteira, cabe ao turista decidir a melhor opção. As viagens costumam ser confortáveis e tranquilas com belas paisagens neste país que abraça dois continentes.

Confira sete destinos possíveis para conhecer a Rússia em um trem:

1. Expresso do Inverno ao redor da região de Moscou

Há muitos lugares interessantes ao redor de Moscou: em Kolomna, por exemplo, é obrigatório experimentar a famosa pastilá de maçã. Em Istra, não deixe de visitar o Mosteiro Nova Jerusalém, é no inverno que a cidade celebra a Epifania com um mergulho nas águas geladas do rio de mesmo nome e, em Serguiev Possad, veja o museu de brinquedos. Você pode chegar até lá em trens muito confortáveis, seja sozinho ou em uma excursão. Os trens e rotas mudam toda temporada: até o final de fevereiro, você pode visitar feiras de Ano Novo no Expresso do Inverno, ou celebrar a Maslenitsa russa e se encher de panquecas na primavera.

Em todas as temporadas, diversas vezes os passeios são gratuitos. Também é possível se inscrever no site do sistema ferroviário suburbano de Moscou e pedir um guia em inglês.

2. ‘Rússia Imperial’, de Moscou a Vladivostok

Que tal a lendária Ferrovia Transiberiana ligando Moscou e Vladivostok? Imagine só: você embarca no trem na segunda-feira, desembarca só na segunda seguinte e ainda está na Rússia! Um trem comum de passageiros circula diariamente, passando por Ecaterimburgo, Novosibirsk, Tiumên, Krasnoyarsk, Irkutsk e muitas outras cidades com paradas curtas de 15 a 20 minutos cada.

E é claro que você não precisa passar todo o tempo a bordo – é possível ir de trem por alguns dias e dar uma descida também. A viagem a bordo do trem turístico “Rússia Imperial” dura duas semanas, mas inclui paradas de dia inteiro, excursões, refeições e até mesmo um cruzeiro em um iate particular em Vladivostok. Há também um tour opcional para Pequim. Você consegue pensar em uma viagem melhor que esta?

3. ‘Expresso Circum-Baikal’

A Estrada de Ferro Circum-Baikal (em russo, “Krugobaikalskaia”) costumava fazer parte da Transiberiana, mas a construção da usina hidrelétrica de Irkutsk fez com que partes da pista acabassem inundadas, interrompendo sua rota. Hoje, a linha é usada tanto por trens de turismo vintage, como por trens regulares de passageiros. Esta é a melhor rota para ver a beleza do Lago Baikal. Ela começa na estação de Slyudyanka (acessível a partir de Irkutsk) e vai até a estação de Porto Baikal, fazendo várias paradas ao longo do caminho, cada uma com duração de 15 a 40 minutos.

A partir da última estação, pode-se pegar uma balsa para a aldeia Listvyanka e, de lá, um ônibus de volta para Irkutsk. A viagem inteira leva aproximadamente 12 horas.

4. Trem retrô no norte de Moscou

Outra opção é subir em um trem vintage do início do século 20 que viaja pelo norte de Moscou. Ele parte da estação ferroviária Rajska e vai para a plataforma Krasnyy Baltiyets. A viagem em si dura apenas 15 minutos, após os quais há um tour por um antigo depósito de Moscou. Todo o percurso leva três horas.

5. Anel de Ouro

O anel de ouro – a trilha turística mais famosa da Rússia – refere-se a um círculo de cidades e vilarejos antigos ao nordeste de Moscou que preservaram sua arquitetura medieval tradicional. As viagens turísticas ferroviárias duram de 2 a 3 dias e incluem várias paradas (Vladimir, Suzdal, Iaroslavl e outras), além de excursões.

 

 

porMarketing Unice

FGTS: Quem poderá sacar e como são as novas regras

Governo federal confirmou a liberação de saques das contas ativas e inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), em anúncio realizado na tarde desta quarta-feira, em Brasília. Os saques poderão ser feitos a partir de setembro deste ano, segundo um calendário preparado pela Caixa Econômica Federal. Além do saque imediato até 500 reais por conta ativa e inativa do FGTS, a equipe econômica do Governo Bolsonaro anunciou a liberação do que chamou de Saque-Aniversário a partir de 2020, quando o trabalhador poderá retirar anualmente um percentual do seu dinheiro disponível no Fundo.

Há atualmente 260 milhões de contas vinculadas ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, sendo que oito em cada dez contas possuem um saldo de até 500 reais (leia abaixo como consultar o seu saldo). Caso a pessoa tenha mais de uma conta, por exemplo, poderá sacar até 500 reais de cada uma delas, portanto o valor do saque imediato pode ser superior ao limite estabelecido pelo Governo.  Com a liberação dos saques das contas do FGTS, o Ministério da Economia espera atingir 96 milhões de trabalhadores e, com isso, colocar para circular 42 bilhões de reais até em 2020.

Saque-Aniversário

O cronograma de saques para a modalidade Saque-Aniversário de 2020 dos aniversariantes do primeiro semestre foi divulgado nesta quinta-feira por meio de medida provisória:

Tabela de valor disponível para saque na modalidade 'aniversário', de acordo com o saldo disponível.
Tabela de valor disponível para saque na modalidade ‘aniversário’, de acordo com o saldo disponível.DIVULGAÇÃO

– Nascidos em janeiro e fevereiro realizarão saques de abril a junho do ano que vem

– Nascidos em março e abril realizarão saques de maio a julho de 2020

– Nascidos em maio e junho realizarão os saques de junho a agosto de 2020

O calendário para quem nasceu no segundo semestre não foi informado na MP.

Mas a partir de 2021, o brasileiro com saldo no FGTS terá três meses para sacar seu dinheiro: o mês do seu aniversário e os dois meses subsequentes. Ou seja, a pessoa que faz aniversário em 10 de maio terá entre o dia 1 de maio até o último dia útil de julho para efetuar o saque da conta, cujo valor também depende do saldo disponível.

O cotista precisa comunicar sua intenção de aderir à modalidade à Caixa a partir de outubro de 2019. Entretanto, caso mude de ideia depois, terá de esperar até dois anos para voltar à regra anterior. Quem optar por aderir ao saque-aniversário não poderá mais retirar o que tiver disponível em suas contas no fundo no caso de uma demissão. Como o saque anual permite apenas a retirada de um percentual das contas, as demais hipóteses de retirada —como para a compra de um imóvel, aposentadoria ou em caso de doenças graves, por exemplo— continuam iguais. “O trabalhador, poderá, portanto, mesmo em caso de opção pelo saque-aniversário, utilizar seu saldo para compra de imóveis para habitação ou usá-lo para pagar dívidas resultantes de financiamento habitacional”, esclarece a Caixa.

Como consultar o saldo disponível

Para saber quanto o trabalhador possui de saldo, basta acessar o site da Caixa ou do próprio FGTS. Também é possível tirar o extrato das contas pessoalmente, nas agências da Caixa, ou ainda pelo aplicativo do Fundo (disponível para iOS, Android e Windows). Ainda visando reagir à estagnação da economia brasileira, anunciou ainda uma nova liberação para saques do fundo PIS/Pasep. “Estamos devolvendo aos trabalhadores o direito de sacar o seu dinheiro do FGTS. Estamos garantindo mais liberdade ao trabalhador com o seu dinheiro”, disse o presidente Jair Bolsonaro, ao assinar a medida provisória autorizando os saques.